Ben 10

Esse desenho não é da minha infância, eu sei. Assisti Ben 10 quando revisava meu livro pela quarta ou quinta vez para conferir se a minha storyline batia com o que estava na mídia.

Ben é um garoto que acha um aparato, parecido com um relógio (omnitrix) contendo o DNA de 10 espécies de aliens diferentes, o que tornaria seu possuidor o ser mais poderoso do universo.  Enquanto diversos ETs vão atrás do garoto, ele vai descobrindo a história por trás do omnitrix.

 

Os ETs possuem características bem distintas e habilidades bacanas. A prima de Ben, Gwen, que o acompanha faz ótimo contraste com o protagonista. Mas a história tem furos que me despontaram.

Sei que o desenho é para o público infantil, mas nem por isso deveria se permitir furos ou saídas fáceis. Primeiro é o fato de que os aliens não são os únicos inimigos do garoto. Aparentemente a Terra é habitada por monstros e se o omnitrix não existisse a humanidade seria extinta da noite para o dia. Antes não havia monstros. Depois do relógio eles são um infortúnio comum.

Outro fator que considero saída fácil é a habilidade do avô, Max. Para explicar como o velho é tão ágil, inventaram um passado de agente secreto para ele. Não bastando, mais à frente é a vez de descobrir que Gwen vem de uma linhagem de paranormais! Ben não é o especial do grupo! Se ele não encontra o relógio ele é o único ali que é normal!

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Procurei Ben 10 para estudar os possíveis furos em meu roteiro. Foi ótimo para estudos. É inegável que os aliens são carismáticos, os personagens são bem construídos, mas não indicaria a história a quem tem mais de sete anos.