Dexter

Famosa série de um canal pequeno dos EUA, seu sucesso foi explosivo. O ator principal já era meu conhecido de Six Feet Under e sua irmã do Exorcismo de Emily Rose. Ambos são bons e mostraram-se inteiros em seus papéis, assim como a namorada do principal.

O resto do elenco tem uma atuação pra lá de mexicana. Não sei se é pelo fato da série se passar na Flórida e que, por isso,  quiseram dar um tom latino pra coisa mas, o fato é: eles não convencem.

Dexter é um psicopata identificado desde cedo pelo seu pai adotivo, um policial que o treinou para ser um assassino de assassinos. Ao longo dos episódios vemos as lições dadas ao nosso anti-herói durante a adolescência. Enquanto assistimos Dexter tentar se relacionar como se fosse normal, o acompanhamos com seus pequenos assassinatos, simultaneamente ao seu trabalho como perito policial.

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O enredo é, realmente, original. Acompanhei a primeira temporada, mas não quis me alongar. O ritmo é lento e muita coisa é dispensável. Quanto a isso não me enganei. Muito fã que viu tudo do início ao fim - só mesmo sendo fã para fazê-lo - sentiu que a série deveria ter findado lá pela quinta temporada. Enrolaram pra chegar nos 100 episódios, claro. Além do mais, a galinha dos ovos de ouro daria até a última gota possível de dinheiro.

O fim da série é tão besta quanto seu desenvolvimento. Os escritores se perderam nas mirabolantes viradas, necessárias a qualquer série que renda mais do que devia. Pena que uma boa ideia tenha sido mal desenvolvida e vendida assim.

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