Fringe

Fringe é mais uma entre tantas séries de JJ Abrams que pipocaram por aí depois do sucesso de Lost. Assisti por insistência de amigos porque minha primeira impressão foi de um Arquivo X do século XXI.

Eu não estava errado. Em cada episódio monstros e acontecimentos pseudo-científicos são enfrentados por Olivia, a agente designada para pagear Walter, um cientista maluco dos anos 80 que era o principal investigador desse tipo de mistério.

Para dar um casinho de amor pra história entra o filho do cientista, que não é metade da inteligência do pai e não tem um quarto das habilidades de Olivia mas ajuda ambos no sufoco.

À excessão de Walter, as atuações, os personagens e o enredo são mornos e muito pouco carismáticos. Mesmo assim, em plena segunda temporada fizeram um daqueles episódios em que o personagem representa uma história clássica, como se a turma do Scooby-Doo vivesse um episódio em que cada personagem é uma representação de algum personagem de Otelo.

 

Provavelmente algum saudosista vai falar bem disso em 5 anos. Sorria e passe reto. Walter garante diversão em apenas 2 minutos dos 40 que o episódio tem.