Hell’s Kitchen
Esse foi um ano peculiar. Comecei com uma ideia e confesso que não imaginava que ele terminaria tão bem. Nesse ano cheio de surpresas, encarei a cozinha algumas vezes - na maioria delas como ajudante - e andei experimentando coisas novas.
Me aventurando nesse ambiente da casa, acabei me interessando pelo HK, um reality show onde os participantes competem para se tornar o chef de um grande restaurante com um salário igualmente magnífico. A cada noite, os personagens devem fazer um serviço temático, tendo uma função diferente na cozinha. Divididos em grupos, devem indicar um dos colegas para deixar o programa. O grupo ganhador é premiado, enquanto o perdedor deve limpar a cozinha.
À frente dos nossos competidores, temos Gordon Ramsay, que torna a competição extremamente divertida.Fissurado por limpeza, perfeccionista e extremamente irritável, o chef expulsa os participantes que acredita estarem atrapalhando a noite e avalia o serviço enquanto ele é feito. A entrada está demorando? O prato está feio? Frio? Mal feito? Lá vai Gordon acabar com o pretenso chef. É gente chorando, tremendo, enquanto nosso anfitrião ficar vermelho, irado.

Por ser um reality show nem vou analisar as temporadas. Apesar de ser um programa que me chama a atenção a cada episódio que não vi, sendo inédito ou não, dissecar uma temporada acabaria com a graça da competição. Já vi algumas delas picadas e até agora confesso que me diverti.