Mortal kombat Mythologies: Sub-Zero
Meu primeiro jogo de N64 , eu estava esperando um clássico de luta do Mortal Kombat. Em vez disso, comprei a primeira tentativa da empresa em fazer um RPG com seus personagens mais famosos.
Jogamos com o ninja mais popular do game obedecendo às ordens de Raiden, numa história que tenta ligar os primeiros jogos de luta ao quarto.

Como a história em si não tem muito a acrescentar, passemos ao jogo em si. É triste que os botões A e B possuam funções de virar o personagem. Temos analógico e digital que poderiam cumprir essa função. Além do mais, não entendo a necessidade de criar um botão em que o personagem ande para trás virado para frente se não há aplicação prática para isso no jogo. O único momento em que isso faz diferença é para afastar dos inimigos sem que eles corram atrás de você, mas acho pouco para criar a função diferente…
O jogo tenta funcionar como um RPG, então à medida em que se enfrenta os inimigos aprende-se novas magias. Deve-se pegar chaves para abrir portas e itens que lhe ajudam. Cada personagem é um mini combate. Essa proposta é interessante e bem encaixada, perdendo apenas ao atribuir pontos para um estilo próprio de combate.
O jogo pode ter de 5 a 8 mundos. Nos níveis mais fáceis, acaba na 5 fase, após enfrentarmos a representação dos quatro elementos básicos. Cada chefão pede uma estratégia e a partir da penúltima fase abre-se também os chefes opcionais no meio da missão.

É difícil em excesso. Você se sente o Kenny morrendo em buracos, pulando abismos ou enfrentando dinossauros, numa frequência que seria dificilmente reduzida com o tempo. Apesar de ter Introduzido personagens que se tornaram clássicos como Fujin, Shinok e Quan Chi, não vale a pena ser jogado. Foi um impulso inicial para o que a empresa prepararia para o futuro, mas MK: S-Z pode ficar esquecido no passado